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Adsense Cambio Pagamentos Conversão Dolar - Maximize Ganhos

>> 13 dezembro 2009

Por Marinaldo Nogueira
Editores acostumados a buscar meios de rentabilizar suas páginas na internet encontram no Adsense do google um grande meio de fortalecer seus ganhos através de exibição e cliques nos anúncios de links e banner patrocinados. Mas quando o assunto é receber seus ganhos, existem situações que interferem diretamente no montante a receber e o câmbio é uma delas.
Os ganhos do Adsense são recebidos na forma de remessa internacional, que é feita em nome do editor ou proprietário de um site no banco onde o mesmo informou ao pagador, e neste caso o valor depositado é em moeda extrangeira, no caso do Brasil os pagamentos são feitos em Dólar americano. Aí mora a discussão.

Considere não autorizar conversões automáticas [aquelas onde se deixa um termo assinado autorizando o banco a converter seus pagamentos assim que ele os recebe do exterior] pois as oxilações cambiais podem fazer a diferença de um dia para o outro e significar boa quantia de dinheiro para cima ou para baixo.
Tenha sempre consciencia do câmbio no dia da autorização, assim como deságios* taxas** e impostos***.

Na tabela abaixo com dados reais [usei série cambial do Cepea] comparei o cambio de uma quinzena, para uma remessa de Mil dólares fictícios.

Notem que pequenas variações en torno de 1% podem significar mais de R$30 reais a mais ou a menos na transação, neste caso não considerei [ IOF, Taxas e deságios]

DATA
Real
Dólar

Adsense
Ganhos
Variação %
Variação Reais

11/12/09
1,755
1

1000
 R$   1.755,00
              0,99
-11

10/12/09
1,766
1

1000
 R$   1.766,00
              1,00
-5

9/12/09
1,771
1

1000
 R$   1.771,00
              1,01
13

8/12/09
1,758
1

1000
 R$   1.758,00
              1,02
36

7/12/09
1,722
1

1000
 R$   1.722,00
              1,00
-3

4/12/09
1,725
1

1000
 R$   1.725,00
              1,01
16

3/12/09
1,709
1

1000
 R$   1.709,00
              0,99
-13

2/12/09
1,722
1

1000
 R$   1.722,00
              1,00
0

1/12/09
1,722
1

1000
 R$   1.722,00
              0,98
-32

30/11/09
1,754
1

1000
 R$   1.754,00
              1,01
11

27/11/09
1,743
1

1000
 R$   1.743,00
              1,00
-7

26/11/09
1,75
1

1000
 R$   1.750,00
              1,01
24

25/11/09
1,726
1

1000
 R$   1.726,00
              0,99
-9

24/11/09
1,735
1

1000
 R$   1.735,00
              1,00
1

23/11/09
1,734
1

1000
 R$   1.734,00




Abaixo a representação gráfica da oxilação cambial nos ganhos para uma remessa de Mil Reais.
No ponto 4 da figura temos um aumento de R$36 reais líquidos;
no ponto 9 uma perda de R$32 reais;
no ponto 12 ganho de R$24 reais.
Como evitar perdas na conversão?
Não existe fórmula mágica para evitar perder dinheiro com câmbio, pois a moeda é movida pelos efeitos de demanda no mercado e as espectativas dos investidores, mas vale a pena se atentar para alguns fatores. São eles:
       Verificar a cotação do dólar diariamente, as conversões são na maioria feitas com base no pregão do dia útil anterior, assim sendo,  alta no pregão anterios significa uma conversão mais "gorda".

      Verifique as datas das IPOs [Ofertas Públicas Iniciais de Ações] Brasileiras, pois no lançamento de açõe por empresas na bolsa provoca grande fluxo de dinheiro extrangeiro entrando no Brasil, por conseguinte o cambio fica desfavorável para conversões em real.

     Negociar com o banco onde recebe seus pagamentos pode trazer benefícios, como abatimento no deságio por exemplo.

* Deságio, no caso de conversões de remessas de dinheiro do exterior, é quando  o banco impõem uma taxa sobre cada dólar convertido, o que deprecia a moeda e diminue os ganhos [uma das fontes de lucro do banco na prestação deste serviço]. O deságio tem uma escala decrescente, assim quanto mais o montante a converter menor o valor do deságio.


**  Taxas neste caso se refere ao valor cobrado pelos bancos para fazer a conversão, pode ser um valor fixo, ou fixo mais variável. Convém consultar sempre o departamento de câmbio de seu banco antes de contratar o serviço de conversão.


*** Impostos, neste caso é o IOF Imposto Sobre Operações Financeiras, sua alíquota nesta data é de 0,38% sobre o valor transacionado, não tem isenção e o fato gerador é a própria operação do valor a receber. O abatimento é automático, cabendo à própria instituição fazê-lo.

Créditos da foto, Stock Photo.

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Valor das empresas abertas cai R$ 871 bi em 2008, diz Economática

>> 29 dezembro 2008

RIO - O valor de mercado de 323 empresas de capital aberto na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) caiu R$ 871 bilhões entre o final de 2007 e o dia 26 de dezembro deste ano. De acordo com a consultoria Economática, o valor de mercado dessas companhias era de R$ 1,225 trilhão no dia 26, valor 41,5% menor que os R$ 2,097 trilhões registrados no fim do ano passado.

Segundo a consultoria, o valor perdido ao longo de 2008 equivale a perdas equivalentes a duas vezes o valor de mercado da Petrobras em 31 de dezembro de 2007 ou pouco mais de duas vezes todo o setor bancário, que no fim do ano passado contava com 27 instituições na Bovespa, com valor de mercado conjunto de R$ 407 bilhões.

Entre os 21 setores analisados pela Economática, o mais castigado ao longo do ano foi o de Construção, com 29 empresas e queda de 72,4% no valor de mercado, o equivalente a R$ 38,4 bilhões em perdas. A seguir veio Papel e Celulose, com baixa de 68,3%, ou R$ 30,6 bilhões.

A maior perda nominal ficou com o setor de Petróleo e Gás, representado por cinco empresas, que juntas tiveram o valor de mercado reduzido em R$ 210 bilhões até o dia 26 de dezembro.

O setor de Telecomunicações, com 12 companhias, foi o menos afetado, com queda de 14,6% do seu valor de mercado, equivalente a R$ 14,7 bilhões a menos. A seguir veio o setor de Energia Elétrica, com 35 empresas e recuo de 22,6%, ou R$ 40,3 bilhões em perdas.

Entre as empresas da carteira teórica da Bovespa, a maior queda percentual foi da Rossi Residencial, com recuo de 80,6% do seu valor de mercado, seguida de perto pela Aracruz que no mesmo período perdeu 78,9% do seu valor de mercado. A empresa com maior queda nominal de valor de mercado foi a Petrobras com R$ 209 bilhões, ou 48,7% de queda.

Apenas sete empresas tiveram valorização, entre as 323 analisadas. A Nossa Caixa teve a maior valorização, com 188,2% ou R$ 4,7 bilhões. A seguir vieram Brasil Telecom (+33,2%); Ultrapar (+33,2%); Transmissão Paulista (+15,3%); Natura (+12,8%); Eletrobrás (+8,2%); e JBS (+4,6%).
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BB pode pagar caro por Nossa Caixa

>> 14 novembro 2008

Banco do Brasil pode pagar caro pela Nossa Caixa


Prêmio pelo banco paulista pode chegar a 50%, considerado exagerado pelos analistas

A compra da Nossa Caixa pode custar ao Banco do Brasil muito mais do que esperavam investidores e analistas. Nesta quinta-feira (6/10), o jornal Folha de S.Paulo publicou matéria afirmando que devem ser desembolsados cerca de 6,4 bilhões de reais para a aquisição do banco paulista - o equivalente a 59,80 reais por ação. O valor embutiria um prêmio de 50% sobre o fechamento de ontem das ações (39,80 reais) e, na avaliação dos especialistas, seria exagerado. "O mais justo seria algo em torno de 50 reais por ação", estima José Góes, economista da corretora Alpes.

"Se a oferta fosse realizada num momento de liquidez abundante, como se via meses atrás, não seria excessiva. Mas, agora, o cenário é outro", afirma Wellington Senter, analista da Modal Asset Management. O alto preço, porém, poderia ser justificado pela escassez de ativos disponíveis para aquisição no mercado. A união de Itaú e Unibanco, anunciada na última segunda-feira (3/11), tornou mais difícil o crescimento por fusões e aquisições. "Por isso, mesmo sendo cara, a compra pode ser estratégica para o banco, trazendo bons frutos no longo prazo", diz Senter.

Embora o negócio não devolva ao Banco do Brasil a liderança do setor, já reduziria a distância do novo banco formado por Itaú e Unibanco. "A Nossa Caixa é uma instituição muito conservadora. É possível dobrar sua rentabilidade sem muito esforço, já que espaço para trabalhar produtos e serviços não falta", afirma Senter. Com a compra do banco paulista, o Banco do Brasil receberia a conta de 1,04 milhões de servidores do Estado de São Paulo. Além disso, teria direito de utilizar os créditos tributários (o que não seria possível em caso de incorporação) e receberia os depósitos judiciais. Como esse tipo de depósito pode ser feito somente em bancos públicos, o Banco do Brasil teria o direito de herdar o dinheiro. Já se a aquisição fosse feita por um banco privado, esses recursos teriam de ser migrados para outra instituição estatal.

Como ficam os minoritários?

Como a Nossa Caixa faz parte do Novo Mercado da Bovespa, todos os minoritários teriam direito a receber pelas ações o mesmo valor pago ao acionista controlador, o Estado de São Paulo. A troca de controle da instituição obrigaria o Banco do Brasil a realizar uma oferta pública de aquisição (OPA), o que fez disparar a cotação das ações nas últimas semanas. Em 30 dias, os papéis subiram 41%, com os investidores ansiosos pela conclusão do negócio.

A expectativa cresceu com a edição da Medida Provisória (MP) 443, que autorizou o Banco do Brasil a utilizar dinheiro em suas aquisições - o que até então era proibido. Com isso, foi eliminado um dos principais entraves à operação: a forma de pagamento. Como o governo de São Paulo quer reforçar o seu caixa, a venda da Nossa Caixa por troca de ações não é interessante.

Embora o negócio já seja dado como certo, há o risco - ainda que pequeno - de a venda para o Banco do Brasil não se concretizar. "Nesse caso, seria inevitável uma desvalorização das ações da Nossa Caixa", diz Senter. Mas isso não quer dizer que o investidor ficaria com um mico na mão. "Os papéis continuariam sendo um ativo cobiçado, já que outros bancos poderiam se candidatar à compra", ressalta o analista da Modal.

O Banco do Brasil anunciou em maio sua intenção de incorporar a Nossa Caixa. Bradesco, Itaú, Unibanco e Santander protestaram. As instituições sugeriram a realização de um leilão, mas o governo não acatou o pedido. Uma desistência do Banco do Brasil, portanto, estaria muito longe de ser o fim da linha para a Nossa Caixa.

Portal EXAME
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CSN vende 40% da Namisa

>> 20 outubro 2008

Um grupo liderado pela trading japonesa Itochu e que inclui cinco siderúrgicas do Japão e uma da Coréia do Sul deve investir por uma participação de 40% na mineradora brasileira Namisa, unidade da Companhia Siderúrgica Nacional.As siderúrgicas envolvidas são as japonesas Nippon Steel, JFE Steel, Sumitomo Metal Industries, Kobe Steel e Nisshin Steel e a sul-coreana Posco. A Itochu é a quarta maior trading do Japão.A CSN planeja ampliar a produção anual da Namisa de 7,5 milhões de toneladas este ano para 42 milhões de toneladas.
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