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Prospecto IPO Santander SANB11 Disponível Aqui

>> 25 setembro 2009


Enfim confirmado lançamento do IPO do Santander Brasil, as ações serão negociadas sob o código SANB11 no nível 2 de governança da BM&FBovespa.

Estima-se que serão captados entre 5 e 6 bilhões de dólares, que serão usados para ampliar o capital da instituição e aumentar a base de atendimento marcando assim maior presença no território brasileiro.

O lançamento será encabeçado pelo Credir Suisse ( Brasil) SA como coordenador líder seguido por Merrill Lynch e BTG Pactual como coordenadores.

As espectativas em prospecto é de que o preço da ações fique em torno de R$22,00 a R$25,00, ressalvando que pode ficar fora destas estimativas.

Interessados devem fazer suas reservas que começam no dia 28 de setembro à 5 de outubro, e conforme orientação de órgãos reduladores do mercado e profissionais de finanças é extremamente importante ler o prospecto de lançamento, especialmente a parte "Fatores de Risco".

Algumas corretoras ainda não dispuseram o prospecto, mas os interssados pode acessar o site do banco real/santander, e ver link específico, ou acessar aqui em PDF da corretora Bradesco http://www.shopinvest.com.br/SI_opa/upload/00367-Santander.pdf

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IPO da VisaNet soma $8,4 Bi , o maior da hisória da BM&FBovespa

>> 26 junho 2009

São Paulo - A oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da VisaNet captou R$ 8,397 bilhões, tornando-se o maior IPO da história da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), superando o da OGX Petróleo e Gás, que movimentou R$ 6,7 bilhões em 2008.

O preço da ação saiu a R$ 15,00, no teto do intervalo sugerido na operação, que era de R$ 12,00 a R$ 15,00. Dessa forma, a VisaNet faz sua estreia na Bovespa na próxima segunda-feira com um valor de mercado de R$ 20,5 bilhões, muito próximo ao da concorrente Redecard (R$ 21,1 bilhões).

A companhia tem como acionistas o Bradesco, BB Investimentos, o Grupo Santander e a Visa International. A oferta era de 477.674.330 ações no lote principal, até 71.651.149 ações no lote suplementar e até 95.534.866 ações no adicional, totalizando 644.860.345 ações.

Segundo dados enviados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a oferta movimentou 559.813.928 ações ordinárias (ON), indicando que foram exercidos o lote principal, o suplementar e uma parte do adicional.

Os números finais serão publicados pela empresa no anúncio de encerramento da operação previsto para até 7 de agosto. Conforme a oferta registrada na CVM, 41,01% da companhia passa do controle das instituições financeiras para as mãos do mercado.

Desde 2005, o Brasil contabiliza 109 IPOs que totalizaram R$ 92,5 bilhões. O da VisaNet era encarado como um teste para o mercado brasileiro, após a crise financeira que azedou o apetite dos investidores pelo risco.

Depois do pico de 64 IPOs registrado em 2007, a instabilidade financeira fez o volume de ofertas iniciais cair para 4 em 2008 e até o momento, o de VisaNet é o único anunciado para 2009.

Um dos pontos fortes da companhia é sua liderança, já que responde por 46,8% do faturamento das vendas realizadas com cartões no País, de acordo com dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

Além disso, atua em um segmento que está crescendo nos últimos anos, o de meio de pagamentos eletrônicos. Segundo dados do Banco Central, em 2008 foram realizadas 8,5 bilhões de transações (exceto dinheiro), sendo 53,8% com cartões de crédito e débito e 16,1% em cheques.

Segundo dados do prospecto distribuído aos investidores, a utilização de cartões como meios de pagamento representou, em 2007, 40% do consumo privado nos Estados Unidos, enquanto no Brasil foi de 19,1%, uma evidência do potencial de expansão.
Fonte: Agência Estado

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Valor das empresas abertas cai R$ 871 bi em 2008, diz Economática

>> 29 dezembro 2008

RIO - O valor de mercado de 323 empresas de capital aberto na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) caiu R$ 871 bilhões entre o final de 2007 e o dia 26 de dezembro deste ano. De acordo com a consultoria Economática, o valor de mercado dessas companhias era de R$ 1,225 trilhão no dia 26, valor 41,5% menor que os R$ 2,097 trilhões registrados no fim do ano passado.

Segundo a consultoria, o valor perdido ao longo de 2008 equivale a perdas equivalentes a duas vezes o valor de mercado da Petrobras em 31 de dezembro de 2007 ou pouco mais de duas vezes todo o setor bancário, que no fim do ano passado contava com 27 instituições na Bovespa, com valor de mercado conjunto de R$ 407 bilhões.

Entre os 21 setores analisados pela Economática, o mais castigado ao longo do ano foi o de Construção, com 29 empresas e queda de 72,4% no valor de mercado, o equivalente a R$ 38,4 bilhões em perdas. A seguir veio Papel e Celulose, com baixa de 68,3%, ou R$ 30,6 bilhões.

A maior perda nominal ficou com o setor de Petróleo e Gás, representado por cinco empresas, que juntas tiveram o valor de mercado reduzido em R$ 210 bilhões até o dia 26 de dezembro.

O setor de Telecomunicações, com 12 companhias, foi o menos afetado, com queda de 14,6% do seu valor de mercado, equivalente a R$ 14,7 bilhões a menos. A seguir veio o setor de Energia Elétrica, com 35 empresas e recuo de 22,6%, ou R$ 40,3 bilhões em perdas.

Entre as empresas da carteira teórica da Bovespa, a maior queda percentual foi da Rossi Residencial, com recuo de 80,6% do seu valor de mercado, seguida de perto pela Aracruz que no mesmo período perdeu 78,9% do seu valor de mercado. A empresa com maior queda nominal de valor de mercado foi a Petrobras com R$ 209 bilhões, ou 48,7% de queda.

Apenas sete empresas tiveram valorização, entre as 323 analisadas. A Nossa Caixa teve a maior valorização, com 188,2% ou R$ 4,7 bilhões. A seguir vieram Brasil Telecom (+33,2%); Ultrapar (+33,2%); Transmissão Paulista (+15,3%); Natura (+12,8%); Eletrobrás (+8,2%); e JBS (+4,6%).
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Bovespa segue panorama global negativo e recua quase 4%

>> 22 dezembro 2008

Dia é de queda nas bolsas americanas e européias.Volume de negócios no dia foi baixo, contribuindo para volatilidade.
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em queda nesta segunda-feira (22), seguindo o clima de pessimismo que afeta os principais mercados mundiais. Ao final das negociações, o índice Ibovespa, referência para o mercado nacional, teve queda acentuada de 3,87%, aos 37.618 pontos.

Após iniciar os negócios em alta, a bolsa não resistiu à queda nos índices das bolsas americanas e européias, somada à volatilidade proporcionada pelo baixo volume de negócios antes dos feriados de Natal. O giro financeiro do pregão ficou na casa dos R$ 2,5 bilhões, abaixo da média. Principais pilares da bolsa, tanto Petrobras quanto Vale tiveram quedas superiores a 5,0%.

Para o analista da corretora SLW Pedro Galdi, o mercado deve permancer volátil até o final do ano e com pouco volume.

"A partir de hoje começa a enfraquecer o mercado e as bolsas vão seguir voláteis, a entrada de Obama em janeiro talvez dê mais um pouco de confiança e melhore no início de 2009", disse Galdi, referindo-se à posse do presidente eleito dos EUA, Barack Obama.

Mercado externo

Nos Estados Unidos, que vem há semanas determinando a movimentação na Bovespa, os indicadores apontaram para baixo. Ao final do dia, o índice Dow Jones encerrou em queda de 0,69%, a 8.519 pontos. O indicador ampliado Standard & Poor's 500 se desvalorizou 1,83%, a 871 pontos, enquanto o termômetro de tecnologia Nasdaq teve queda de 2,04%, para 1.532 pontos.

Na Europa, o índice FTSEurofirst, que reúne as principais praças do continente, teve queda de 1,5%, a 810 pontos. Foi o sétimo dia de queda nos últimos oito pregões do indicador que acumula baixa de 44% no ano. Entre os principais mercados, a maior queda foi em Paris (-2,31%).

Indicadores brasileiros

Entre os dados internos, o Banco Central brasileiro revisou nesta segunda-feira a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano de 5% para 5,6%. Para o ano de 2009, a previsão é de uma desaceleração por conta da crise financeira internacional. Com isso, a expansão da economia deve ficar em 3,2%.

Quanto à inflação, a expectativa é de redução em relação a 2008. A projeção do BC para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano subiu de 6,1%, no último relatório de inflação divulgado em setembro, para 6,2%. Para 2009, entretanto, a previsão para o índice calculado pelo IBGE recuou de 4,8% para 4,7%.

Ainda pela manhã, a pesquisa de emprego do Seade-Dieese mostrou que a taxa de desemprego caiu a 13% em novembro nas seis regiões metropolitanas pesquisadas - Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre, Salvador, São Paulo e Distrito Federal -, em comparação aos 13,4% do mês anterior.

Isso significa que 72 mil vagas foram criadas de um mês para o outro. De acordo com as instituições responsáveis pela pesquisa, esta é a menor taxa de desemprego consolidada desde janeiro de 1998. Em São Paulo, a taxa registrada foi a menor desde fevereiro de 1995.

(Com informações da AFP, Reuters e Valor OnLine)
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