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Adsense Cambio Pagamentos Conversão Dolar - Maximize Ganhos

>> 13 dezembro 2009

Por Marinaldo Nogueira
Editores acostumados a buscar meios de rentabilizar suas páginas na internet encontram no Adsense do google um grande meio de fortalecer seus ganhos através de exibição e cliques nos anúncios de links e banner patrocinados. Mas quando o assunto é receber seus ganhos, existem situações que interferem diretamente no montante a receber e o câmbio é uma delas.
Os ganhos do Adsense são recebidos na forma de remessa internacional, que é feita em nome do editor ou proprietário de um site no banco onde o mesmo informou ao pagador, e neste caso o valor depositado é em moeda extrangeira, no caso do Brasil os pagamentos são feitos em Dólar americano. Aí mora a discussão.

Considere não autorizar conversões automáticas [aquelas onde se deixa um termo assinado autorizando o banco a converter seus pagamentos assim que ele os recebe do exterior] pois as oxilações cambiais podem fazer a diferença de um dia para o outro e significar boa quantia de dinheiro para cima ou para baixo.
Tenha sempre consciencia do câmbio no dia da autorização, assim como deságios* taxas** e impostos***.

Na tabela abaixo com dados reais [usei série cambial do Cepea] comparei o cambio de uma quinzena, para uma remessa de Mil dólares fictícios.

Notem que pequenas variações en torno de 1% podem significar mais de R$30 reais a mais ou a menos na transação, neste caso não considerei [ IOF, Taxas e deságios]

DATA
Real
Dólar

Adsense
Ganhos
Variação %
Variação Reais

11/12/09
1,755
1

1000
 R$   1.755,00
              0,99
-11

10/12/09
1,766
1

1000
 R$   1.766,00
              1,00
-5

9/12/09
1,771
1

1000
 R$   1.771,00
              1,01
13

8/12/09
1,758
1

1000
 R$   1.758,00
              1,02
36

7/12/09
1,722
1

1000
 R$   1.722,00
              1,00
-3

4/12/09
1,725
1

1000
 R$   1.725,00
              1,01
16

3/12/09
1,709
1

1000
 R$   1.709,00
              0,99
-13

2/12/09
1,722
1

1000
 R$   1.722,00
              1,00
0

1/12/09
1,722
1

1000
 R$   1.722,00
              0,98
-32

30/11/09
1,754
1

1000
 R$   1.754,00
              1,01
11

27/11/09
1,743
1

1000
 R$   1.743,00
              1,00
-7

26/11/09
1,75
1

1000
 R$   1.750,00
              1,01
24

25/11/09
1,726
1

1000
 R$   1.726,00
              0,99
-9

24/11/09
1,735
1

1000
 R$   1.735,00
              1,00
1

23/11/09
1,734
1

1000
 R$   1.734,00




Abaixo a representação gráfica da oxilação cambial nos ganhos para uma remessa de Mil Reais.
No ponto 4 da figura temos um aumento de R$36 reais líquidos;
no ponto 9 uma perda de R$32 reais;
no ponto 12 ganho de R$24 reais.
Como evitar perdas na conversão?
Não existe fórmula mágica para evitar perder dinheiro com câmbio, pois a moeda é movida pelos efeitos de demanda no mercado e as espectativas dos investidores, mas vale a pena se atentar para alguns fatores. São eles:
       Verificar a cotação do dólar diariamente, as conversões são na maioria feitas com base no pregão do dia útil anterior, assim sendo,  alta no pregão anterios significa uma conversão mais "gorda".

      Verifique as datas das IPOs [Ofertas Públicas Iniciais de Ações] Brasileiras, pois no lançamento de açõe por empresas na bolsa provoca grande fluxo de dinheiro extrangeiro entrando no Brasil, por conseguinte o cambio fica desfavorável para conversões em real.

     Negociar com o banco onde recebe seus pagamentos pode trazer benefícios, como abatimento no deságio por exemplo.

* Deságio, no caso de conversões de remessas de dinheiro do exterior, é quando  o banco impõem uma taxa sobre cada dólar convertido, o que deprecia a moeda e diminue os ganhos [uma das fontes de lucro do banco na prestação deste serviço]. O deságio tem uma escala decrescente, assim quanto mais o montante a converter menor o valor do deságio.


**  Taxas neste caso se refere ao valor cobrado pelos bancos para fazer a conversão, pode ser um valor fixo, ou fixo mais variável. Convém consultar sempre o departamento de câmbio de seu banco antes de contratar o serviço de conversão.


*** Impostos, neste caso é o IOF Imposto Sobre Operações Financeiras, sua alíquota nesta data é de 0,38% sobre o valor transacionado, não tem isenção e o fato gerador é a própria operação do valor a receber. O abatimento é automático, cabendo à própria instituição fazê-lo.

Créditos da foto, Stock Photo.

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Valor das empresas abertas cai R$ 871 bi em 2008, diz Economática

>> 29 dezembro 2008

RIO - O valor de mercado de 323 empresas de capital aberto na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) caiu R$ 871 bilhões entre o final de 2007 e o dia 26 de dezembro deste ano. De acordo com a consultoria Economática, o valor de mercado dessas companhias era de R$ 1,225 trilhão no dia 26, valor 41,5% menor que os R$ 2,097 trilhões registrados no fim do ano passado.

Segundo a consultoria, o valor perdido ao longo de 2008 equivale a perdas equivalentes a duas vezes o valor de mercado da Petrobras em 31 de dezembro de 2007 ou pouco mais de duas vezes todo o setor bancário, que no fim do ano passado contava com 27 instituições na Bovespa, com valor de mercado conjunto de R$ 407 bilhões.

Entre os 21 setores analisados pela Economática, o mais castigado ao longo do ano foi o de Construção, com 29 empresas e queda de 72,4% no valor de mercado, o equivalente a R$ 38,4 bilhões em perdas. A seguir veio Papel e Celulose, com baixa de 68,3%, ou R$ 30,6 bilhões.

A maior perda nominal ficou com o setor de Petróleo e Gás, representado por cinco empresas, que juntas tiveram o valor de mercado reduzido em R$ 210 bilhões até o dia 26 de dezembro.

O setor de Telecomunicações, com 12 companhias, foi o menos afetado, com queda de 14,6% do seu valor de mercado, equivalente a R$ 14,7 bilhões a menos. A seguir veio o setor de Energia Elétrica, com 35 empresas e recuo de 22,6%, ou R$ 40,3 bilhões em perdas.

Entre as empresas da carteira teórica da Bovespa, a maior queda percentual foi da Rossi Residencial, com recuo de 80,6% do seu valor de mercado, seguida de perto pela Aracruz que no mesmo período perdeu 78,9% do seu valor de mercado. A empresa com maior queda nominal de valor de mercado foi a Petrobras com R$ 209 bilhões, ou 48,7% de queda.

Apenas sete empresas tiveram valorização, entre as 323 analisadas. A Nossa Caixa teve a maior valorização, com 188,2% ou R$ 4,7 bilhões. A seguir vieram Brasil Telecom (+33,2%); Ultrapar (+33,2%); Transmissão Paulista (+15,3%); Natura (+12,8%); Eletrobrás (+8,2%); e JBS (+4,6%).
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BB pode pagar caro por Nossa Caixa

>> 14 novembro 2008

Banco do Brasil pode pagar caro pela Nossa Caixa


Prêmio pelo banco paulista pode chegar a 50%, considerado exagerado pelos analistas

A compra da Nossa Caixa pode custar ao Banco do Brasil muito mais do que esperavam investidores e analistas. Nesta quinta-feira (6/10), o jornal Folha de S.Paulo publicou matéria afirmando que devem ser desembolsados cerca de 6,4 bilhões de reais para a aquisição do banco paulista - o equivalente a 59,80 reais por ação. O valor embutiria um prêmio de 50% sobre o fechamento de ontem das ações (39,80 reais) e, na avaliação dos especialistas, seria exagerado. "O mais justo seria algo em torno de 50 reais por ação", estima José Góes, economista da corretora Alpes.

"Se a oferta fosse realizada num momento de liquidez abundante, como se via meses atrás, não seria excessiva. Mas, agora, o cenário é outro", afirma Wellington Senter, analista da Modal Asset Management. O alto preço, porém, poderia ser justificado pela escassez de ativos disponíveis para aquisição no mercado. A união de Itaú e Unibanco, anunciada na última segunda-feira (3/11), tornou mais difícil o crescimento por fusões e aquisições. "Por isso, mesmo sendo cara, a compra pode ser estratégica para o banco, trazendo bons frutos no longo prazo", diz Senter.

Embora o negócio não devolva ao Banco do Brasil a liderança do setor, já reduziria a distância do novo banco formado por Itaú e Unibanco. "A Nossa Caixa é uma instituição muito conservadora. É possível dobrar sua rentabilidade sem muito esforço, já que espaço para trabalhar produtos e serviços não falta", afirma Senter. Com a compra do banco paulista, o Banco do Brasil receberia a conta de 1,04 milhões de servidores do Estado de São Paulo. Além disso, teria direito de utilizar os créditos tributários (o que não seria possível em caso de incorporação) e receberia os depósitos judiciais. Como esse tipo de depósito pode ser feito somente em bancos públicos, o Banco do Brasil teria o direito de herdar o dinheiro. Já se a aquisição fosse feita por um banco privado, esses recursos teriam de ser migrados para outra instituição estatal.

Como ficam os minoritários?

Como a Nossa Caixa faz parte do Novo Mercado da Bovespa, todos os minoritários teriam direito a receber pelas ações o mesmo valor pago ao acionista controlador, o Estado de São Paulo. A troca de controle da instituição obrigaria o Banco do Brasil a realizar uma oferta pública de aquisição (OPA), o que fez disparar a cotação das ações nas últimas semanas. Em 30 dias, os papéis subiram 41%, com os investidores ansiosos pela conclusão do negócio.

A expectativa cresceu com a edição da Medida Provisória (MP) 443, que autorizou o Banco do Brasil a utilizar dinheiro em suas aquisições - o que até então era proibido. Com isso, foi eliminado um dos principais entraves à operação: a forma de pagamento. Como o governo de São Paulo quer reforçar o seu caixa, a venda da Nossa Caixa por troca de ações não é interessante.

Embora o negócio já seja dado como certo, há o risco - ainda que pequeno - de a venda para o Banco do Brasil não se concretizar. "Nesse caso, seria inevitável uma desvalorização das ações da Nossa Caixa", diz Senter. Mas isso não quer dizer que o investidor ficaria com um mico na mão. "Os papéis continuariam sendo um ativo cobiçado, já que outros bancos poderiam se candidatar à compra", ressalta o analista da Modal.

O Banco do Brasil anunciou em maio sua intenção de incorporar a Nossa Caixa. Bradesco, Itaú, Unibanco e Santander protestaram. As instituições sugeriram a realização de um leilão, mas o governo não acatou o pedido. Uma desistência do Banco do Brasil, portanto, estaria muito longe de ser o fim da linha para a Nossa Caixa.

Portal EXAME
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CSN vende 40% da Namisa

>> 20 outubro 2008

Um grupo liderado pela trading japonesa Itochu e que inclui cinco siderúrgicas do Japão e uma da Coréia do Sul deve investir por uma participação de 40% na mineradora brasileira Namisa, unidade da Companhia Siderúrgica Nacional.As siderúrgicas envolvidas são as japonesas Nippon Steel, JFE Steel, Sumitomo Metal Industries, Kobe Steel e Nisshin Steel e a sul-coreana Posco. A Itochu é a quarta maior trading do Japão.A CSN planeja ampliar a produção anual da Namisa de 7,5 milhões de toneladas este ano para 42 milhões de toneladas.
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Mercado de Ações e Devivativos

>> 04 outubro 2008

No mundo selvagem do mercado financeiro, vide os dias atuais, sobrevive e ganha mais dinheiro quem domina e manipula melhor as informações disponíveis. Para tal atividade o primeiro requisito recomendado pelos especialistas é que se estude bastante e o segundo mais recomendado e que se estude bastantee o terceiro mais recomendado é que se estude bastante...

Você que é interessado pelo Mercado de Ações e tem curiosidade e interesse em saber por onde começar, estou disponibilizando neste nosso espaço este Curso Introdução ao Mercado de Ações e Derivativos criado por Ricardo Borges onde você poderá se inteirar do assunto de uma forma bastante simplificada e objetiva e começar a investir de forma mais segura e mais consciente na Bolsa de Valores.

No mundo do Mercado Financeiro toda informação é pouca, convém você ver este curso na íntegra e também buscar outras fontes de informação.
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Principais bolsas asiáticas abrem terça-feira em queda

>> 30 setembro 2008

As principais bolsas asiáticas abriram a terça-feira em queda, no dia seguinte à notícia de que a Câmara dos Representantes dos EUA rejeitou o plano do governo americano para tentar barrar a crise econômica.
Em Tóquio, o índice Nikkei caiu quase 5% nos primeiros minutos desta terça-feira, enquanto na Coréia do Sul, a bolsa sofria perdas de 3,63%.

Já em Taiwan, as notícia do fracasso nas negociações nos Estados Unidos fizeram com que a bolsa abrisse com uma queda de 6,66%.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng registrava perdas de 5,47% apenas 10 minutos depois da abertura do pregão.

"Isto (o fracasso do plano) vai ter um grande impacto na economia dos EUA e também vai afetar a economia global", afirmou nesta terça-feira o ministro da Economia do Japão, Kaoru Yosano.

Austrália e Nova Zelândia também sofreram perdas similares nas primeiras horas de terça, com a bolsa de Sidney marcando queda de 5,3% e a de Wellington 4,7%.

O primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd, afirmou ter conversado com o premiê britânico, Gordon Brown, e os dois teriam concordado em pedir ao Congresso americano urgência para aprovar o acordo.

Perdas históricas

As perdas na Ásia chegam algumas horas depois de a Bolsa de Valores de Nova York ter registrado sua maior queda em pontos em um único dia na história.

O índice Dow Jones fechou a segunda-feira com queda de 6,98%, e o índice da bolsa eletrônica Nasdaq recuou 9,14%.

O Dow Jones acumulou uma queda de 777,68 pontos. A baixa recorde anterior era de 721,56 pontos, alcançada no primeiro dia de negócios na bolsa de Nova York após os ataques de 11 de setembro de 2001.

Seguindo a tendência americana, a Bolsa de Valores de São Paulo também despencou. O índice Bovespa terminou a segunda-feira com queda de 9,36%, depois de alcançar baixa de 13%. As negociações chegaram a ser paralisadas depois que o índice Bovespa recuou mais de 10% no início da tarde.

Rejeição na Câmara

A Câmara dos Estados Unidos rejeitou nesta segunda-feira, por 228 votos contra 205, o megapacote econômico de US$ 700 bilhões proposto pelo governo americano.

Cerca de dois terços dos deputados republicanos, correligionários do presidente George W. Bush, votaram contra o pacote.

O pacote havia sido proposto pelo presidente George W. Bush no dia 20 de setembro.

O líder americano havia defendido que os congressistas precisavam aprovar a proposta com urgência, para evitar que a crise no sistema financeiro se espalhasse por toda a economia.

Os deputados republicanos levantaram objeções tanto quanto ao conteúdo do pacote como à pressa em que ele foi colocado em votação.

No fim de semana, líderes partidários haviam chegado a um acordo em relação a pontos polêmicos, como mecanismos de supervisão do mercado financeiro, proteção para os contribuintes e limites aos salários de executivos de instituições financeiras.

As concessões, porém, não foram suficientes para convencer boa parte dos congressistas a seguir a orientação dos líderes no plenário.
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Uma das maiores quedas da história da bovespa

Hoje a Bovespa enfrentou uma de suas maiores quedas dentro de dez anos.
O pregão que já abriu com queda inicial de -3,85% continuou em queda livre passando de -10,36%, para evitar o descontrole dos investidores o pregão foi interrompido por meia hora a fim de acalmar os ânimos dos investidores e evitar maiores perdas mas não foi o suficiente para segurar o preço dos papéis lá negociados e o ibovespa chegou a atingir baixa de -13,82% e só no finãl do pregão se recuperava mas ainda em baixa de -9,36%.
Este resultado negativo se deu por conta da não aprovação do senado americano ao pacote de 700 BI apresentado pelo governo para minimizar as perdas e conter a quebra de seu sistema financeiro, como haverá eleições para senadores este ano nos EUA, eles não quiseram arriscar manchar sua imagem como salvadores de bancos.
As bolsas americanas apresentaram grandes perdas que hoje somaram mais de Um trilhao de dólares, com isso as companhias perde a maior de suas fontes de financiamento e com o sistema bancário semi-falido e o consumo retraído, são poucas as suas chances de recuperação no médio prazo o que reflete negativamente em todo o mundo uma vez que o mundo tem nos EUA o seu maior mercado.
O dilema vivido pelos amerianos nestes dias é se o governo tem ou não o dever de salvar o sistema financeiro com dinheiro público ou deixar que este assuma as sua arrogância irresponsabilidade.

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Congresso dos EUA fecha acordo sobre pacote econômico

>> 28 setembro 2008

Líderes dos partidos Republicano e Democrata no Congresso dos Estados Unidos chegaram neste domingo a um acordo sobre o texto do pacote de US$ 700 bilhões apresentado pelo governo para socorrer o setor financeiro.
Segundo o senador republicano Judd Gregg, os congressistas acertaram detalhes do projeto, que tem mais de cem páginas, depois de negociações que se estenderam por todo o final de semana.

A previsão é de que o plano seja votado na Câmara dos Representantes nesta segunda-feira e chegue ao Senado até quarta-feira.

"Nós demos ao secretário (do Tesouro, Henry Paulson) a autoridade e os recursos e a flexibilidade necessária... para conseguir ir adiante e estabilizar os mercados de crédito", disse Gregg.

No entanto, ainda não foram divulgados detalhes do acordo.

O governo americano quer que o acordo seja anunciado oficialmente antes da abertura dos mercados asiáticos na segunda-feira.

O Congresso deveria ter entrado em recesso na sexta-feira, mas teve de realizar uma rara sessão no fim de semana devido à necessidade de um acordo sobre o plano.

Intervenção
O pacote representa a maior intevenção nos mercados desde a Grande Depressão da década de 30 e tem como objetivo principal retirar do mercado os “créditos podres” ligados à crise de hipotecas que estão em poder do mercado financeiro nos Estados Unidos.

O governo pretende comprar esses papéis para retirá-los da mão das empresas, fazendo com que sua situação financeira melhore, diminuindo o risco de falência e, em tese, aumentando o volume de dinheiro e crédito à disposição do mercado em geral.

Um esboço do acordo, divulgado no início deste domingo, dá ao secretário do Tesouro o poder de supervisionar o plano de dois anos.

De acordo com a correspondente da BBC em Washington Kim Ghattas, aparentemente todas as exigências dos democratas foram incluídas no projeto, incluindo a liberação gradual dos recursos, a maior supervisão do pacote por parte do Congresso e limites de pagamento para executivos de companhias que buscarem socorro financeiro.

A presidente da Câmara, Nancy Pelosi, disse que o novo acordo prevê a liberação de US$ 250 bilhões imediatamente e de outros US$ 100 bilhões quando for decidido pelo presidente George W. Bush.

Os US$ 350 bilhões restantes, porém, só serão liberados após aprovação do Congresso.

Também estão previstos mecanismos para proteger os contribuintes, que receberiam ações e oportunidades de lucro relacionadas a qualquer título negociado.

Os dois candidatos à Presidência americana, o republicano John McCain e o democrata Barack Obama, saudaram o fechamento do acordo.



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Petrobras: Merrill Lynch reduz preço-alvo, mas reitera perspectiva positiva

>> 25 setembro 2008

SÃO PAULO - Os reflexos da crise financeira norte-americana, que vêm derrubando as bolsas ao redor do mundo, foram apontados como principal fator para a Merrill Lynch reduzir seus preços-alvo para os papéis das principais petrolíferas da América Latina, entre elas a Petrobras (PETR3, PETR4).

Os analistas do banco acreditam que o forte aumento da aversão global ao risco nos últimos dias diminuiu de forma considerável o potencial de valorização dos ativos do setor, embora as perspectivas - ao menos para a companhia brasileira - permaneçam favoráveis.

Upside cai, mas perspectivas seguem favoráveis
Os ADRs (American Depositary Receipts) da Petrobras tiveram seu target para os próximos doze meses reduzido de US$ 92,00 para US$ 75,00 pela Merrill Lynch. Com a alteração, o potencial de valorização do papel cai de 103% para 66%, baseado na cotação do fechamento desta quarta-feira (24).

A despeito da nova projeção, a instituição ressalta o forte potencial de exploração de novas reservas e as expectativas de crescimento da produção da estatal para continuar apontando suas ações como uma das melhores opções de investimento no setor petrolífero latino-americano.

Neste sentido, a equipe do banco destaca dois eventos que devem reduzir as incertezas e enfatizar as boas perspectivas para a Petrobras: a definição das possíveis mudanças regulatórias nas concessões do pré-sal e o anúncio de seu novo plano estratégico.

Catalisadores para os papéis
Os analistas lembraram que o relatório da comissão que está trabalhando em um novo marco regulatório para a exploração da commodity no Brasil deverá ser entregue ao presidente Lula no próximo dia 5. Para eles, se as alterações se limitarem somente às concessões já existentes, a resposta do mercado será positiva.

Já com relação ao anúncio da estratégia, a Merrill Lynch espera que a Petrobras mostre um planejamento voltado para um prazo mais longo, de no mínimo 10 anos, focado principalmente no potencial de produção da região do pré-sal e no aumento de seu capex (capital utilizado para adquirir ou melhorar os bens físicos).

Assim como nos últimos anos, a instituição espera uma evolução nos investimentos programados pela estatal. Contudo, acredita que, graças à inclusão dos gastos com a exploração das novas reservas, este aumento pode ser relativamente alto, podendo chegar até US$ 180 bilhões nos próximos cinco anos.

OGX também é alvo do relatório
Outra empresa que teve seu preço-alvo reduzido pela Merrill Lynch foi a OGX Petróleo (OGXP3). O target para as ações passou de R$ 825,00 para R$ 720,00 nos próximos doze meses - potencial de valorização de 73%.

No entanto, a exemplo da Petrobras, os analistas destacaram que os bons fundamentos da companhia permanecem inalterados. O otimismo se baseia especialmente nos progressos feitos pela OGX para iniciar a perfuração em suas concessões já no próximo ano.

Por: Gabriel Ignatti Casonato
InfoMoney

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BTG, novo banco de André Esteves, inicia atividades | 05.09.2008

>> 06 setembro 2008

O BTG (Banking and Trading Group), banco de investimento que tem como sócios ex-executivos do UBS Pactual, anunciou hoje o início de suas atividades em São Paulo e Rio de Janeiro, além de escritórios em Nova York e Londres.
A instituição começou a ser formada a partir da saída de André Esteves do UBS Pactual, em junho passado.Desde 2006 até a sua saída, Esteves comandou não só a operação brasileira, como também se tornou "head" mundial da mesa de renda fixa do UBS. Ele cresceu dentro da organização após a venda do Pactual para o banco suíço, há dois anos, por cerca de US$ 3,1 bilhões. Ao anunciar a sigla da nova companhia, o mercado entendeu que seriam as iniciais para "back to the game", ou "de volta para o jogo" em inglês, o que não foi confirmado pela BTG.Em comunicado, a nova instituição financeira informou que investirá recursos próprios no mercado de capitais brasileiro e internacional e também em operações de private equity, de participações em empresas brasileiras.
No entanto, não revelou o valor do capital investido. No decorrer de suas atividades, passará a captar recursos de terceiros para ampliar esses investimentos.
A BTG contará com 50 colaboradores, dos quais 21 são sócios. Onze pessoas estão no comitê executivo, sendo que dez pertenceram aos quadros do UBS no Brasil ou no exterior. São eles: Andy Felce, André Esteves, Antoine Estier, Antonio Carlos Porto, Emmanuel Hermann, James Oliveira, John Fath, Marcelo Kalim, Roberto Sallouti e Simeon Schwartz. O 11º é Pérsio Arida, ex-presidente do Banco Central e do BNDES, mas que não tem passagens pelo banco suíço.Bookmark and Share

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BM&FBOVESPA lança os Índices Small Cap e MidLarge Cap

>> 01 setembro 2008

Índices medem separadamente desempenho de ações de empresas a partir da capitalização de mercado

Dois novos indicadores passam a fazer parte do mercado acionário brasileiro a partir do pregão de 1º de setembro de 2008. São os índices BM&FBOVESPA MidLarge Cap e o BM&FBOVESPA Small Cap, cujas carteiras medirão o retorno de ações de empresas a partir do critério de valor de mercado. Sob códigos MLCX e SMLL, respectivamente, os índices terão suas carteiras reavaliadas a cada quatro meses.

A criação do MLCX e SMLL atende a demanda do mercado por uma referência oficial que utilize o market capitalization como premissa básica para a segmentação das carteiras. O IBrX 50, em comparação, inicialmente separa as 50 ações com maiores índices de negociabilidade e com presença em 80% dos pregões nos doze meses anteriores para, depois, ponderar a participação da carteira pelo free float..

Os índices BM&FBOVESPA MidLarge Cap e BM&FBOVESPA Small Cap foram elaborados de acordo com padrões internacionais permitindo que se tornem referenciais para os investidores e administradores de carteira..

Ações Elegíveis

Serão elegíveis ao Índice MidLarge Cap os ativos de empresas que representarem 85% do valor de mercado total da Bolsa. Já as ações que ficarem de fora desse universo participarão do Índice Small Cap. As empresas emissoras de Brazilian Depository Receipts (BDRs) e aquelas em recuperação judicial ou com falência decretada não poderão participar dos indicadores.

Critérios de inclusão
Após a segmentação pelo valor de mercado, as ações elegíveis aos índices devem atender aos critérios de inclusão em uma relação de ações cujos índices de negociabilidade somados representem 98% do valor acumulado de todos os índices individuais. Devem ainda ter sido negociadas em 100% dos pregões nos doze meses anteriores ao início de vigência da carteira. É permitido a uma mesma empresa ter mais de uma ação nos índices, desde que elas preencham isoladamente os critérios de inclusão.

No caso de ações de empresas com menos de doze meses de listagem, serão elegíveis aquelas que tenham presença de 100% em pregão nos últimos seis meses do período de análise.

Critérios de exclusão

Nas revisões de carteira, a cada quatro meses, uma ação poderá sair do índice caso deixe de atender a um dos critérios de inclusão. Isso ocorrerá ainda durante a vigência da carteira, se a empresa emissora entrar em regime de recuperação judicial ou falência. Sempre que isso acontecer, serão efetuados os ajustes necessários para garantir a continuidade do índice.

Critério de Ponderação

O cálculo do valor de mercado de cada ação vai considerar apenas a quantidade de papéis em circulação (free float). Ficam de fora aqueles de propriedade dos controladores; dos administradores da companhia; os mantidos em tesouraria; e as ações preferenciais de classe especial, intransferíveis. A base dos índices MLCX e SMLL foi fixada em 1.000 pontos para a data de 30 de abril de 2008.
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O que são Ações Blue Chips?

>> 19 agosto 2008

O que são Ações Blue Chips?
Você certamente já ouviu falar das ações blue chips da Bovespa. E que o preço de uma blue chip bateu recordes na bolsa em determinado dia.

Mas, afinal, o que são ações blue chips? O que transforma as ações de uma empresa em blue chip?

O que são Ações Blue Chips
Em mercados de investimento, blue chip se refere aquele ativo com alta percepção de qualidade, liquidez e ganhos.

Nos mercados de ações — aos quais vamos nos manter aqui — estes são os principais atributos das ações blue chips:

Crescimento sólido
Geração de receita e lucro
Direção eficiente
Bom relacionamento com o mercado
Geração de ganhos para acionistas (dividendos, bônus etc.)
Algumas vezes ações blue chips são definidas apenas como as de empresas com grande valor de mercado, tais como a Petrobras, Companhia Vale do Rio Doce etc.

Por estas empresas, em geral (mas não sempre), apresentarem as características acima, a origem da definição acaba sendo irrelevante.

Blue chip é um termo derivado das fichas (chips) de cassinos. As fichas azuis — ou seja, as “blue chips” — são as que possuem o maior valor nas mesas de jogos.
Por serem consideradas ações de qualidade, ações blue chips são as mais procuradas por investidores individuais e institucionais para compôr suas carteiras. Isso confere às ações blue chips mais liquidez no mercado.

Por todos estes motivos, ações blue chips são tomadas como as que oferecem melhores relação risco/retorno da bolsa.

Quais São as Ações Blue Chips da Bovespa?
Ações blue chips são percebidas pelo mercado como tal, de uma maneira um tanto quanto subjetiva.

Por isso, não existe uma lista oficial de ações blue chips.

Por serem as ações preferidas do mercado, uma das formas de se obter uma “lista” de blue chip é através da observação das ações mais negociadas na bolsa. Geralmente, no topo da lista estão as tão procuradas ações blue chips.

Se for usar este método, é recomendável que você observe as listas de ações mais negociadas de mais de um pregão. Desta forma você filtrará ações que subiram ao topo temporariamente devido a fatores que nada têm relação com os atributos de uma blue chip.
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Ação unificada de BM&F e Bovespa deve estrear em agosto

>> 06 julho 2008

As ações unificadas da BM&F Bovespa devem começar a ser negociadas no mercado em meados de agosto, segundo o presidente do conselho de administração da instituição, Gilberto Mifano. Segundo ele, o pedido de união dos papéis já foi protocolado na Comissão de Valores Mobiliários e faltam pequenos detalhes para aprovação.

"Em meados de agosto já deve estar aprovado o registro da nova companhia. Deixam de ser operadas duas ações e passa a ser BMF Bovespa. É automático", afirmou após evento no Rio de Janeiro. "Faltam alguns documentos de balanços passados, mas está tudo dentro da normalidade."

As ações da BM&F e da Bovespa estão, de acordo com Mifano, entre as dez mais negociadas no mercado e, quando houver a fusão, a "tendência é o novo papel se tornar mais líquido e mais atraente".

"Talvez a liquidez e atratividade melhorem um pouco o preço, embora os papéis estejam um pouco machucados com a crise financeira mundial... Os valores são parecidos porque uma ação da Bovespa vai valer 1,42 ação da nova empresa e no caso da BM&F será uma por uma", acrescentou.

Nesta sexta-feira, as ações da BM&F foram cotadas a R$ 12,85. As da Bovespa estavam em R$ 18,30.

A fusão entre as duas bolsas prevê uma redução de custos de 25% em um prazo de três anos, o que implicará na demissão de parte dos 1,2 mil funcionários.

"Vamos tentar cortar o mínimo possível, mas como pessoal é um dos itens de despesa (cerca de 30%) haverá cortes", disse Mifano, acrescentando que a previsão é fazer 10% de redução de custos este ano, atingir 17% em 2009 e alcançar os 25% em 2010.

"Pode ser que a redução de custos signifique uma redução do que a gente cobra para o investimento."

Apesar da queda da Bovespa nos últimos dias e da saída de capitais estrangeiros, Mifano afirmou que as perspectivas ainda são otimistas para o mercado financeiro. "Daqui a pouco os investimentos financeiros voltam. Aqui estão as boas oportunidades. O que saiu foi pouco perto do que os investidores estrangeiros têm aqui no Brasil e perto do que eles têm no mundo. Isso nem abalou o dólar", comentou.

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Simulador Folha Invest para Bovespa

>> 20 junho 2008

Por M.Nogueira.
Se você é um jovem que sonha um dia ser um trader do mercado financeiro e fazer fortuna operando no mercado de ações, ou simplesmente é uma pessoa que pensa em investir em uma poupança de longo prazo no mercado de capitais mas tem medo de correr riscos, a dica e testar se leva jeito pra coisa experimentando os "destemperos" deste mercado sem correr grandes riscos.

A melhor forma para fazer este teste é utilizando o FOLHA INVEST, um simulador gratuito criado em parceria da BOVESPA com o caderno de economia do jornal Folha de São Paulo, onde o interessado precisa fazer uma cadastro utilizando o CPF, e confirmados os seu dados recebe 200 mil reais fictícios, para operar no mercado já investidos nos 15 papéis de maior liquidez do Índice Bovespa.

Cabe ao interessado mudar a carteira conforme lhe convier, comprando e vendendo papéis e gerindo o seu caixa, como um Home Broker de uma corretora de forma bem real, mas sem gastar nada!

Para começar a investir bem, comece investindo em informação, este é o primeiro passo para ter sucesso neste mercado, acesse Bovespa ou Folha Invest para ter informações mais detalhadas do mercado de ações.

Existe também o mercado de futuros ou contratos futuros, mas estes, são operados/negociados na BM&F, Bolsa de Mercadorias & Futuros e olha tem simulador também! Mas vou ficando por aqui porque este é assunto pra outro post.
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BM&F Bovespa anuncia o valor do resgate de suas ações preferenciais

>> 05 junho 2008

SÃO PAULO - A BM&F Bovespa informou na noite desta quarta-feira (4) que efetuará, no próximo dia 13, o pagamento do valor do resgate das ações preferenciais atribuídas aos acionistas de Bovespa Holding (BOVH3) na data da incorporação de ações.

De acordo com o comunicado, o pagamento será de R$ 17,15340847 por ação preferencial. Caso o número de ações deste tipo resulte em condomínio acionário, o valor do reembolso será rateado entre os condôminos.

A empresa também esclareceu que os ganhos auferidos por residentes no País em decorrência do resgate poderão se sujeitar à incidência de Imposto de Renda, enquanto os não-residentes terão o tributo retido na fonte, à alíquota de 15%.

Custo médio de aquisição
Com relação ao custo médio de aquisição dos papéis a ser apurado, a companhia informou que deverá tomar por base o valor desembolsado pelo acionista na aquisição das ações de Bovespa Holding, na proporção em que estas foram permutadas pelos ativos de BM&F Bovespa.

Essa proporção encontra-se refletida na relação de troca da incorporação de ações de ambas as empresas, de modo que o custo de aquisição das ações preferenciais corresponde a 6,56% do valor desembolsado na aquisição.
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Dica do Mercados e Ação (Melhor Corretora) E.UM

>> 04 junho 2008

"A melhor opção de investimento começa na escolha da melhor Corretora"

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Alavancagem de até 10x o patrimônio em operações day-trade (sem juros e taxas) e Termo (alavancagem em até 5x) • Opções estruturadas (financiamento,travas, borboleta, boi, mesa, outros) com alavancagem de 2x para essas operações

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