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Tupi tem 4 vezes mais petróleo que todo o restante do país, estima diretora da ANP

>> 09 novembro 2008

RIO (Reuters) - As reservas de petróleo e gás na área onde está localizado o megacampo de Tupi podem chegar a pelo menos 50 bilhões de barris, informou nesta sexta-feira Magda Chambriard, que assumiu um dos cinco cargos de direção da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).
"Estimamos que o pré-sal é de ao menos 50 bilhões de barris, quatro vezes as reservas atuais (do Brasil)", disse ela, referindo-se à região que está sendo chamada de "Cluster de Tupi", que inclui ainda campos como Guará, Iara e Carioca.A diretora, que anteriormente era superintendente de Definição de Blocos na ANP, informou que os investimentos totais para desenvolver o campo de Tupi devem atingir US$ 70 bilhões.(Reportagem de Denise Luna)

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General Motors diz que fará "todo o possível" para evitar falência

  • CHICAGO, EUA, 7 Nov 2008 (AFP) - A americana General Motors tomará "todas as medidas possíveis" para evitar a falência, afirmou nesta sexta-feira seu presidente executivo, Rick Wagoner, pouco depois de avisar que a companhia poderá ficar sem liquidez no primeiro semestre de 2009."Estamos convencidos de que as conseqüências de uma falência seriam terríveis. Por isso, tomaremos todas as medidas possíveis para evitá-la", declarou Wagoner em uma videoconferência, depois do anúncio dos decepcionantes resultados trimestrais da empresa.
    GM tem prejuízo de US$ 2,5 bi no 3º trimestre
A perda líquida do número um americano do setor automobilístico totalizou US$ 2,5 bilhões no trimestre encerrado em setembro. Excluindo o impacto favorável de um acordo concluído com o sindicato UAW, a perda fica em US$ 4,2 bilhões, contra US$ 1,6 milhão há um ano.O volume de vendas cresceu abaixo das expectativas, a US$ 37,9 bilhões, enquanto o mercado apostava em US$ 39,14 bilhões.
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Acionistas aprovam fusão entre Totvs e Datasul

>> 23 agosto 2008

SÃO PAULO (Reuters) - Em assembléias realizadas simultaneamente nesta terça-feira, os acionistas das empresas de software Totvs e Datasul aprovaram a fusão das duas companhias.

O negócio foi anunciado ao mercado no dia 22 de julho e será feito por meio de incorporação de ações da Datasul por uma subsidiária integral da Totvs, a Makira.

Os acionistas da Datasul passarão a deter 14,3 por cento do capital da Totvs e ainda receberão 480 milhões de reais.

A transação foi aprovada pelos conselhos de administração das companhias no dia 24 de julho. Nesta terça-feira, segundo comunicado distribuído à imprensa, mais de dois terços dos acionistas das duas companhias aprovaram o negócio, que cria a nona maior empresa de software de gestão do mundo.

Segundo o comunicado, somados os últimos 12 meses encerrados em março de 2008, as operações conjuntas de Totvs e Datasul apresentaram uma receita bruta não auditada de 778 milhões de reais e lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, da sigla em inglês) de 155 milhões de reais, com margem Ebitda superior a 22 por cento.

Juntas, elas passam a atender uma base de 21 mil clientes e a controlar 270 canais de distribuição. As duas companhias brasileiras adotaram estratégias semelhantes para crescer em um segmento dominado por multinacionais como SAP e IBM.

Ambas foram ao Novo Mercado da Bovespa em 2006 para captar recursos e cresceram graças a aquisições de rivais de menor porte.

Em número de instalações, a Totvs já é a líder do mercado nacional, seguida de perto pela SAP, de acordo com uma pesquisa divulgada em maio deste ano pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O estudo mostra que a Totvs responde por 24 por cento dos softwares de gestão instalados nas empresas entrevistadas, seguida pela SAP, com 23 por cento, e Oracle, com 17 por cento. A Datasul representava 16 por cento das instalações.

(Por Taís Fuoco)
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Prejuízo da Nortel cresce, mas metas são mantidas

>> 05 maio 2008

A Nortel Networks divulgou nesta sexta-feira um prejuízo maior no primeiro trimestre abalada por uma série de encargos que pesaram sobre o resultado. Apesar disso, a fabricante de equipamentos para telecomunicações reafirmou a investidores que vai cumprir suas metas anuais.

A Nortel divulgou prejuízo de US$ 138 milhões, ou US$ 0,28 por ação, comparado com perda de US$ 103 milhões, ou US$ 0,23 por ação, sofrida um ano antes.

Nos resultados estão itens extraordinários, incluindo encargos de US$ 88 milhões com reestruturação, US$ 12 milhões relacionados a um acordo judicial de patentes e perda de US$ 19 milhões vinculada a taxas de câmbio. A receita somou US$ 2,76 bilhões, alta de 11,1%.

"Os números financeiros foram muito melhores do que as pessoas estavam esperando", disse Edward Snyder, analista da Charter Equity Research.

O presidente-executivo da Nortel, Mike Zafirovski, afirmou a analistas durante teleconferência que a receita com tecnologia sem fio CDMA "caiu apenas 2%... apesar do cenário muito duro na América do Norte".

A demanda por produtos de tecnologia sem fio que a Nortel fabrica tem sido morna diante da relutância das operadoras de telefonia em investir alto em grandes atualizações ou expansões de suas redes agora.

"Até onde podemos ver, isso definitivamente ficará desse jeito", disse Snyder. "As operadoras não estão conseguindo muito mais dinheiro então elas não vão gastar muito mais dinheiro."

A Nortel, sediada em Toronto, passou a maior parte desta década tentando se recuperar do estouro da bolha da indústria de tecnologia em 2001, que acabou arrastando a companhia consigo. A empresa até agora não conseguiu retornar a um crescimento de lucros, apesar de cortes de milhares de empregos e esforços de várias equipes de administração.

No final de fevereiro, a empresa informou que vai cortar mais 2,1 mil postos de trabalho enquanto tenta se adequar com a persistente fraca demanda pelos equipamentos que produz.

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Sprint avalia separar ou vender a divisão Nextel

A Sprint Nextel avalia separar e até vender a unidade Nextel, que presta serviços de radiochamada, de acordo com o jornal Wall Street Journal, citando pessoas familiarizadas com a situação.

A reportagem afirma que Cyren Call, empresa criada pelo fundador da Nextel, Morgan O´ Brien, tenta estabelecer um consórcio de investidores para comprar a divisão criada a partir da compra de licenças de radiochamada em 1994.

A Sprint também pode optar por separar a Nextel em uma companhia independente, diz a matéria, mas as fontes ouvidas pelo jornal norte-americano afirmaram que nenhum acordo estava fechado. As ações da Sprint subiram 10,5%, para US$ 8,72.

Na manhã desta segunda-feira, outros rumores cercaram a companhia ao anunciar que a Deutsche Telekom poderia fazer uma oferta pela Sprint, segundo o mesmo Wall Street Journal.

A empresa, que utiliza o padrão CDMA de celular e o iDen da Motorola nos serviços de radiochamada, tem um projeto para implantar uma rede de banda larga sem fio pelo padrão WiMax, mas já adiou seu lançamento no início deste ano e os investidores têm dúvidas sobre sua capacidade de financiar a nova rede, avaliada em mais de US$ 5 bilhões.

No final de 2007, a Sprint Nextel era a terceira maior dos Estados Unidos em número de clientes, atrás da AT&T e da Verizon, respectivamente.

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Home Broker: pesquisa mostra por que investidor ainda resiste à internet

>> 28 abril 2008

SÃO PAULO - O uso do Home Broker caiu no gosto do investidor em 2007. Segundo dados da Bovespa, em relação a 2006, o volume médio mensal aumentou 153%, passando de R$ 6 bilhões para R$ 15,6 bilhões.
Já a média mensal do número de negócios subiu 122%, de 752,4 mil operações em 2006 para 1,7 milhão em 2007. As operações por meio do Home Broker responderam por 8,4% do volume total transacionado na bolsa no ano passado.
No entanto, pesquisa norte-americana mostra que ainda existem muitas pessoas que relutam em usar a rede para investir. Medo, insegurança, desconhecimento... qual seria a principal razão apontada pelos investidores para não usar a internet e as ferramentas on-line na hora de lidar com o dinheiro?

Contato pessoal é preferência
De acordo com o estudo da Universidade de Iowa, diante da pergunta: "Por que você não usa a internet para investir?", a maioria dos respondentes (82,4%) disse que não usa o computador para estes fins, pois prefere trabalhar com pessoas.
Quando separados por sexo, mais mulheres do que homens responderam "sim" a esta alternativa.
A tabela abaixo mostra todas as razões apontadas pelos investidores para não utilizarem a internet na hora de investir.
Os percentuais são referentes aos "sim" respondidos. O investidor poderia responder "sim" a mais de uma alternativa

Razão apontada Homens Mulheres
Prefere trabalhar com pessoas 80% mais de 80%
Os sites são confusos mais de 30% mais de 40%
Questão de segurança 40% quase 50%
Outras razões 35% 30%

Alvo de reclamações
De acordo com o Ombusdsman do Mercado, Joubert Rovai, as reclamações sobre o Home Broker das corretoras brasileiras representaram 27% do total em 2007.
Segundo Rovai, os principais problemas apontados pelos investidores foram: lentidão do site, ordens não disparadas, divergências de saldos de ações e/ou de valores, impossibilidade de negociar direitos de subscrição, liquidação de posição acionária etc.

Dicas
De acordo com a advogada especialista em direito digital, Patricia Peck Pinheiro, ao mesmo tempo que a ferramenta cria um facilitador de entrada de investidores no mercado, há alguns riscos que devem ser observados. "Riscos inerentes ao mercado de ações, riscos operacionais do uso da internet e riscos relacionados ao ciclo de liquidação", enumera a autora do livro "Direito Digital", publicado pela Editora Saraiva.
"Entre esses riscos expostos, o que mais gera impactos jurídicos vem a ser o risco operacional do uso da internet e a responsabilidade das corretoras alusiva à segurança da informação", afirmou a advogada.

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Intelbras estréia no mercado de PCs

>> 09 março 2008

09/03/2008
A partir da aquisição da Nova Computadores, a empresa programa para a metade do ano o lançamento dos primeiros equipamentos da marca

A fim de aproveitar as oportunidades do mercado de computadores, a Intelbras, tradicionalmente voltada ao segmento de telecom, inicia a comercialização de PCs a partir da compra da Nova Computadores, concluída em julho do último ano.

Além do segmento de varejo, alvo das atividades da companhia adquirida, a Intebras almeja levar a nova linha de produtos também aos mercados corporativo e governamental. Saiba mais sobre a estratégia anunciada.

Atualmente, a Intelbras conta com mais de 20 parceiros de varejo, que já trabalham com os produtos da Nova. Diante do propósito de atuar com revendedores especializados, contudo, a fabricante busca novas revendas e distribuidores.

Fábrica

Os equipamentos continuam sendo produzidos na fábrica da Nova, em Curitiba, cujas vendas cresceram em torno de 225% em relação a 2006. A unidade conta com 210 colaboradores que trabalham na produção de desktops e notebooks.

A fabricação dos primeiros PCs com a marca já está em andamento.

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