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Selic de 10,25% ao ano é a Menor da História

>> 01 maio 2009


O Comitê de Política Monetária (COPOM) baixou mais 1,0 ponto percentual na taxa básica de juros (Selic) deixando-a em 10,25 ao ANO .

Se o COPOM seguir esta tendência, podemos ainda neste ano ter uma taxa de juros de apenas um dígito.



Apoiados em um cenário macroeconômico onde o Brasil aparece como o único país de economia sólida no momento, a queda dos juros não afugentará o grande capital pelo menos no médio prazo.



Esta descisão será favorável para a queda do spread bancário, fortalecendo a política de queda dos juros bancários, o que tem implicações positivas diretas no comércio varejista, industrial, habitação e com o aumento do consumo em geral.

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Caixa reduz taxas de juros ao consumidor pela terceira vez só neste ano

>> 06 fevereiro 2009

SÃO PAULO - Quem quiser aproveitar a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e comprar um carro nos próximos meses com financiamento da Caixa Econômica Federal encontrará a taxa máxima, que era de 2,99% ao mês, em 2,18%. 

Em outras palavras, em um empréstimo de R$ 30 mil com prazo de 36 meses, a economia do cliente será de R$ 3.456. Após duas reduções de encargos de suas principais linhas de crédito, desde o início deste ano, a Caixa Econômica Federal alterará novamente as taxas de juros de diversas operações.


A taxa máxima do cheque especial, por exemplo, será reduzida de 7,35% a.m. para 6,89% a.m. "A Caixa cumpre o seu papel de banco público ao contribuir para minimizar o impacto da crise internacional na economia brasileira", declarou a presidente em exercício da entidade, Clarice Coppetti.

De acordo com nota divulgada nesta sexta-feira (6), a Caixa pretende ampliar a carteira de crédito em 30% em 2009, sendo que as novas taxas, além de beneficiar o consumidor, ajudarão a instituição a aumentar sua participação no mercado.

As novas taxas passam a vigorar a partir da próxima segunda-feira (9), sendo que a redução linear será de 10,7%. A medida atingirá 20 linhas que atendem pessoas físicas e jurídicas, sendo algumas delas estão detalhadas na tabela a seguir:
Taxas de juros Caixa Econômica Federal para Pessoa Física
ProdutoTaxa anterior (a.m.)Nova taxa (a.m.)Variação
Cheque especial7,35%6,89%-6,26%
Consignado2,35%2,07%-11,91%
Micropenhor1,90%1,70%-10,53%
Construcard1,69%1,59%-5,92%
Veículos2,99%2,18%-27,09%
No cheque especial e no financiamento de veículos, foram consideradas as taxas máximas 

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Governo anuncia redução de até 50% na alíquota do IR

>> 11 dezembro 2008

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta quinta-feira a criação de duas novas faixas de tributação do imposto de renda para pessoa física. Segundo Mantega, os contribuintes que ganham entre R$ 1.434 e R$ 2.150 por mês terão o abatimento de imposto de renda reduzido pela metade, de 15%, para 7,5%. A medida é válida a partir de 1º de janeiro de 2009.

Até hoje, havia apenas duas faixas de tributação do imposto de renda para pessoa física: 15% para quem ganha entre R$ 1.434,60 e R$ 2.866,70 por mês e 27,5% para quem ganha mais que R$ 2.866,70 mensais.

A partir do ano que vem, quem ganha até R$ 1.434 continua sem pagar o tributo. Contribuintes que ganham entre R$ 1.434 e R$ 2.150 terão 7,5% do salário retido na fonte. Já os trabalhadores com salário entre R$ 2.150 e R$ 2.866 pagarão 15%. Salários entre R$ 2.866 e R$ 3.582 terão alíquota de 22,5%; e rendimentos acima de R$ 3.582 serão tributados em 27,5%.

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Copom surpreende com alta de 0,5 ponto na Selic

>> 17 abril 2008

São Paulo, 17 de Abril de 2008 - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu ontem, por unanimidade, elevar a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,5 ponto percentual, para 11,75% ao ano. A decisão surpreendeu o mercado financeiro, que apostava em alta de 0,25 ponto. O aumento põe fim ao ciclo de manutenção da taxa em 11,25%, que começou em setembro de 2007.


Em comunicado, o BC alegou que a medida contribuirá para a diminuição do risco inflacionário. "Avaliando a conjuntura macroeconômica e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a Selic para 11,75% ao ano, sem viés", diz o comunicado. Com o aumento, a taxa real de juros (descontada a inflação) fica em 7,1%. É a maior taxa real do mundo.


O aumento tem, no entanto, pouco efeito na vida prática do cidadão. Isso porque os bancos e as financeiras já estão cobrando um spread (diferença entre o juro captado e o cobrado) elevado nos empréstimos e nos cartões de crédito. A expectativa é de não haver novas altas da Selic nos próximos meses. Por isso, dificilmente esse 0,5 ponto percentual será repassado para a clientela. Para os empréstimos a empresas, também dificilmente deve haver repasses. O que predomina é a negociação.

Fonte: Gazeta Mercantil

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